segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Oportunidades de emprego para pessoas com deficiência

A i.Social possui as melhores vagas de emprego para pessoas com deficiência.
Confira a lista de oportunidades de trabalho:

Link de vagas: http://www.vagas.com.br/vagas-de-deficientes

Click em vagas em destaque na pagina inicial do site.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Cursos gratuitos para pessoas com deficiência

PROGRAMA QUALIFICAR PARA INCLUIR

Programa Qualificar para Incluir é um projeto do CPqD (o maior centro de referência de tecnologia da américa latina) em parceria com a SQi (Skill Quality Intelligence). O nosso objetivo é capacitar pessoas com deficiência, visando à sua contratação de acordo com a disponibilidade de vagas no CPqD. O curso é 100% gratuito, incluindo Materiais didático, transporte, infra-estrutura adequada e professores qualificados. As pessoas capacitadas e não contratadas estarão aptas a disputar vagas no mercado de trabalho, em áreas da Tecnologia da Informação e Comunicação. O CPqD encaminhará os currículos desses alunos para entidades correlacionadas.
O curso do PQi tem uma duração de 13 Meses e meio. Os horários de cursos são: de segunda e quarta ou de terça e quinta, das 9 às 12 horas ou das 14 às 17 horas.

Mais informações de como se inscrever no programa podem ser obtidas através do e-mail:alinenunes.sqi@gmail.com e do telefone: (19) 3705-4225 ou 3705-6585.


Link para inscrição :

http://programapqi.jimdo.com/inscri%C3%A7%C3%B5es/

LINK COM VÍDEOS QUE EXPLICAM MAIS SOBRE O PROGRAMA :

http://www.youtube.com/watch?v=oowwBq5jJDA

http://www.youtube.com/watch?v=q89ycDQFWrc&feature=youtu.be

http://www.youtube.com/watch?v=YeMkefbngpo


PÁGINA DO FACEBOOK :

https://www.facebook.com/pages/Programa-Qualificar-para-Incluir/127806920693800?ref=hl

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Intérprete de Libras: um mercado em expansão

Se você deseja saber se libras esta em expansão ou é uma boa área, segue uma matéria do Yahoo Finanças que poderá te esclarecer algumas dúvidas:

Segundo o IBGE, o Brasil tem hoje cerca de 10 milhões de surdos. E surdez não significa incapacidade. Portanto, este público circula por todos os lugares: escolas, universidades, eventos sociais, empresas, instituições públicas e privadas. Mas, para que essa inserção realmente aconteça, os surdos ainda dependem da intervenção de um profissional que vem sendo cada vez mais procurado em todo o país: o tradutor ou intérprete da Língua Brasileira de Sinais, também conhecida como Libras.
Hoje a maior demanda por intérpretes ainda é nas escolas e universidades, mas o mercado para estes profissionais não para de crescer. Além da inclusão escolar, há uma série de outras leis que buscam inserir o surdo na sociedade. Dependendo do porte, as empresas têm que destinar uma porcentagem das suas vagas a deficientes. Além disso, a transmissão de informações como em campanhas eleitorais, alguns tipos de propagandas e eventos precisam obrigatoriamente ser traduzidas para os surdos.
Mas ainda há um imenso campo a ser explorado. Hospitais, prefeituras, delegacias, supermercados, centros de formação de condutores, concursos públicos, são inúmeros os espaços frequentados pelos surdos que requerem a presença de um tradutor. Rosana Gomes Jacinto Canteri hoje é professora de Libras no Instituto Federal Catarinense (IFC). Ela se interessou pela língua há nove anos, quando resolveu ser tradutora voluntária em um grupo de jovens da igreja. "Eu fazia porque gostava e de repente descobri que podia ganhar dinheiro com isto", conta.
Rosane já perdeu a conta do quanto já fez a diferença na vida de pessoas surdas. De consultas médicas a provas para a Carteira Nacional de Habilitação, ela sempre é chamada. "Já acompanhei um surdo durante um tratamento psicológico inteiro", conta.

Há (muitas) vagas
A profissão de tradutor de Libras está regulamentada desde 2010. A partir de 2015, para ser considerado tradutor profissional, será exigida formação superior em Letras/Libras. Por enquanto, quem não tem o diploma ainda pode fazer um teste de proficiência do Programa Nacional para a Certificação de Proficiência no Uso e Ensino da Língua Brasileira de Sinais, o Prolibras. Esta certificação é validada pelo Ministério da Educação e garante que o profissional está seguindo o padrão. Além disso, há também um código de ética que deve ser respeitado.
Hélio Maciel Gomes é coordenador adjunto do Pronatec, o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego, e também é o responsável pelo Campus Brusque do IFC, onde está sendo oferecido um curso técnico de Libras. As aulas acontecem duas vezes por semana das 18h30min às 22h. "Há uma falta muito grande destes profissionais. Para se ter uma ideia, abrimos dois editais com bons salários e não encontramos pessoas para preencher as vagas", conta.
A psicopedagoga Clarice Kohler é aluna deste curso. Ela coordena a sala multifuncional de uma escola regular e inicialmente a ideia era estar preparada caso precisasse atender um aluno surdo. Mas hoje, ela vê possibilidades com a nova qualificação profissional e faz planos. "Ainda estou no nível básico, mas quando me sentir preparada pretendo atuar como intérprete em eventos", afirma.
Em média estes profissionais cobram R$ 30/hora para atendimentos individuais como salas de aula, consultórios, provas, e R$ 100/hora em eventos como palestras, custo que não pode ser repassado ao surdo. Há ainda os concursos públicos que cada vez mais abrem vagas para intérpretes com bons salários e planos de carreira de acordo com a qualificação profissional e o tempo de serviço.
Do outro lado desta realidade estão Jucele Cunha, 33 anos, e Érika Vanessa Ribeiro Mattos, 31. Surdas, hoje as duas são professoras de Libras do IFC. Jucele também trabalha em uma indústria que contratou um intérprete para atuar dentro da empresa. Érika é funcionária da secretaria municipal da Educação. As duas acreditam na expansão do mercado para intérpretes no Brasil. Até porque, elas fazem valer seus direitos. "Sou brigona mesmo. Todo lugar onde chego, exijo a presença de um intérprete", conta Érika, que é formada em Letras/Libras e cursa pós-graduação na área.
Porém, muitas vezes isto é um dilema. Luciane Barcellos de Almeida é representante da Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Ela percorre os estados de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul para apresentar o Plano Nacional Viver Sem Limite, do Governo Federal, que planeja e incentiva ações para a inclusão em diversas áreas. Não são poucas as cidades em que Luciane não encontra um intérprete para as suas palestras. "Imagina como eu me sinto ao saber que não consigo me comunicar com o público para o qual este plano é desenvolvido", comenta. "O Brasil tem uma carência enorme destes profissionais. Está sobrando vagas para intérpretes de Libras", confirma.
Qualificação
Diversas universidades públicas oferecem o curso de graduação em Letras/Libras, tanto bacharelado como licenciatura. Um dos mais conhecidos é o da Universidade Federal de Santa Catarina, primeira instituição a oferecer a modalidade à distância deste curso (http://www.libras.ufsc.br/). Há ainda as iniciativas das associações locais que promovem cursos técnicos. Uma das entidades mais representativas é a Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos, a Feneis (http://www.feneis.org.br), com sede no Rio de Janeiro unidades regionais outras seis capitais brasileiras. Seu objetivo é justamente disseminar o conhecimento de Libras pelo país.

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Que inclusão é essa? ? ?



       Inclusão não é somente colocar uma pessoa com deficiência em sala de aula e ignorar as suas necessidades. O primeiro passo para uma inclusão efetiva é aceitar que as pessoas são diferentes e tem necessidades educacionais especiais, que precisam ser pensadas e planejadas com antecedência.

Atualmente tenho visto tantos erros no sistema inclusivo, que estou indignada, pois muitos professores não entendem que a Libras é a primeira língua do surdo e o português a segunda. A Lei 10.436 - Art. 1o  cita: É reconhecida como meio legal de comunicação e expressão a Língua Brasileira de Sinais - Libras e outros recursos de expressão a ela associados. Entende-se como Língua Brasileira de Sinais - Libras a forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constituem um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil.

A Lei cita que a Libras tem estrutura gramatical própria, ou seja, não podemos estudar a Libras baseados na língua portuguesa, pois a Libras é diferenciada e desvinculada da língua oral. A construção de uma frase em Libras obedece as regras próprias que refletem diretamente na forma que a pessoa surda processa suas ideias, e com base em suas percepções visual-espacial.

Frase em português
Frase em Libras
Eu vou à sua casa hoje à noite
Eu dei a flor para mamãe
Quantos anos você tem
Quando começaram as férias eu fiquei ansioso para viajar
Eu casa sua hoje noite
Flor eu dar mamãe
Idade você (Expressão interrogação)
Passado começar férias eu vontade depressa viajar
            Fonte: Livro Ilustrado da língua brasileira de sinais – 2010

Podemos observar que na Libras não tem preposição, artigos e conjunções, pois eles são incorporados no sinal. Os verbos são no infinitivo

- Surdos não conjugam verbos como nós ouvintes. Por exemplo: eu andei, tu andaste, ele andou. Para os surdos eles sempre irão conjugar o verbo no infinitivo: ANDAR, FALAR, BEBER, LER, CRER, RIR, CONSTRUIR. Para se ter noção do tempo eles sinalizam: ONTEM/ PASSADO/ HOJE/ AGORA/ AMANHÃ/ FUTURO. Ex: ONTEM EU CONHECER NOVO AMIGO

- Não há alteração do gênero masculino ou feminino, precisamos identificar na escrita com o (arroba) @. Exemplo: Menin@, Medic@, Amig@, pois não sabemos se é homem ou mulher.

 - Surdos também não têm um vocabulário amplo como o nosso. Para formar uma palavra, às vezes devemos usar dois sinais, chamados de sinais compostos que é a junção de dois sinais para formar outro. Ex:
Cavalo + listras = Zebra
Animal + pintas = Onça
Casa + estudar = Escola
Homem + vender = vendedor


Erros mais comuns em sala de aula:

Ditado: O surdo não consegue acompanhar, pois o português é diferente da Libras
Slides: O erro do slides é apagar todas as luzes, impossibilitando que o surdo enxergue o interprete. Lembrando que a Libras é uma língua visual
Filmes sem legenda: O surdo consegue acompanhar o filme com legenda em português, mas se não tiver ele não consegue.
Explicar enquanto escreve na lousa: O surdo precisa parar de copiar para prestar atenção no intérprete, diferente do ouvinte que consegue fazer as duas coisas ao mesmo tempo.
Achar que o intérprete é o professor do surdo, responsável ou possui algum grau de parentesco:  O interprete é funcionário da escola, assim como o professor.
Exigir que o surdo escreva rigorosamente conforme a gramática do português: sem ter conhecimento que o português é a segunda língua do surdo.


Adaptações necessárias para cada deficiencia:

a) Para deficientes visuais: Um Ledor (uma pessoa para auxiliá-lo em sala de aula, copiar a lição da lousa, e ler provas e apostilas), material didático em Braille, piso podo tátil com relevo diferenciado para que o aluno possa se guiar sozinho, placas em braile nas portas das salas e banheiros, software Virtual Vision para leitura de telas no laboratório de informática, lupas eletrônicas e softwares que ampliam a tela do computador para alunos com baixa visão. A foto que se segue mostra a utilização do Braille em sala de aula.


b) Para deficientes físicos/ nanismo: Rampas, mesas e cadeiras reguláveis, portas e passagens adequadas, banheiros adaptados em todos os andares, corrimãos na altura adequada, catracas especiais, guias rebaixadas e vagas demarcadas na entrada da escola. 



c) Para surdos: Interprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) para facilitar a comunicação e a socialização em sala de aula, material didático específico para surdos principalmente nos anos iniciais do ensino fundamental e a utilização de recursos visuais para exemplificar o conteúdo ensinado.



Material didático em Libras 


Para que a escola garanta a igualdade do acesso e permanência de alunos com deficiência conforme está estabelecido na LDB 9.394/96 é indispensável que se cumpra todas essas mudanças. Além de mudanças na estrutura física, a mudança metodológica é fundamental para o desenvolvimento de todos os alunos.

Vale fazer uma reflexão para analisar se encontramos tais adaptações em escolas regulares, se a lei esta sendo cumprida, se as adaptações estão sendo feitas ou se as escolas apenas estão matriculando alunos com deficiência somente para cumprir a lei e ignorando suas necessidades educacionais.

A presença de um surdo em sala de aula requer que o professor se programe para incluí-lo no contexto escola, pois a inclusão não deve ser tratada apenas como a inserção de um Intérprete de Libras em sala de aula, é necessário uma metodologia diferenciada com a utilização de recursos visuais.

A escola Inclusiva precisa se conscientizar que a inclusão não se resume apenas em uma escolarização passada por um intérprete, precisamos de um novo paradigma.



Ufffa é isso, e vc? Conte um pouco das suas experiências em sala de aula.

O que é Surdo / Surdo-Mudo / Deficiente Auditivo

a  A) Surdo: A Lei 5.626/05 esclarece o conceito de surdez “considera-se pessoa surda aquela que, por ter perda auditiva, compreende e interage com o mundo por meio de experiências visuais, manifestando sua cultura principalmente pelo uso da Língua Brasileira de Sinais – Libras”. Os indivíduos que não utilizam a Libras como principal forma de comunicação, normalmente são chamados de deficientes auditivos. 
B) Surdo-Mudo: Conforme a FENEIS o termo surdo-mudo é um termo muito antigo, de quando as pessoas acreditavam que todos os surdos eram mudos, porém com o passar dos tempos perceberam que era possível ensinar um surdo a falar, portanto é uma expressão que é inadequada e cairá em desuso.
c  C) Deficiente Auditivo: A Lei 5.626 esclarece o que é deficiência auditiva “Considera-se deficiência auditiva a perda bilateral, parcial ou total, de quarenta e um decibéis (dB) ou mais, aferida por audiograma nas frequências de 500Hz, 1.000Hz, 2.000Hz e 3.000Hz.”.
A deficiência auditiva está dividida de acordo com as suas características, pois este tipo de deficiência pode ser adquirido por diversos fatores, dentre eles estão causas relacionadas a acidentes ou até mesmo por falhas no sistema nervoso.
Graus de perda auditiva:
Existe 4 níveis de deficiência auditiva que são considerados perdas leve, moderada, severa e profunda:

a) Leve: A incapacidade de ouvir sons abaixo de 30 decibéis, principalmente quando há algum ruído de fundo.
b) Moderada: A incapacidade de ouvir sons abaixo de cerca de 50 decibéis. Aparelho ou prótese auditiva pode ser necessário.
c) Severa: A incapacidade de ouvir sons abaixo de cerca de 80 decibéis. Próteses auditivas são úteis em alguns casos, mas são insuficientes em outros. Normalmente se comunicam pela língua de sinais ou leitura labial.
d) Profunda: São considerados surdos, ou incapazes de ouvir sons abaixo de cerca de 95 decibéis. Tal como aqueles com perda auditiva severa, se comunicam principalmente através de linguagem de sinais, outros com uso das técnicas de leitura labial.



quarta-feira, 17 de abril de 2013

Eu Interpretando



Intérpretes:
Marina Domingos
Joana Albuquerque
Graziela Masiero

Espero que goste...... deixe sua opinião.

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Resultado Prolibras 2013

Oi gente,

Saiu a lista dos aprovador do Prolibras 2013.


Estou muito feliz, pois 509 pessoas tentaram o Prolibras para ensino em S.P, e só 20 passaram e eu sou uma delas. Parabéns a todos que passaram. Confira o resultado aqui

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Vaga de emprego para Intérprete de Libras

CREDENCIAMENTO DE INTÉRPRETE E GUIA-INTÉRPRETE PARA ATUAREM NAS UNIDADES ESCOLARES DA PREFEITURA DE SÃO PAULO


PERFIL DO CANDIDATO

Pelas características das atividades a serem desenvolvidas os candidatos a INTÉRPRETES devem apresentar o seguinte perfil:
Profissional ouvinte, de nível superior ou médio, com competência e fluência em LIBRAS para realizar a interpretação das duas línguas, de maneira simultânea e consecutiva, com aprovação em exame de proficiência, promovido pelo Ministério da Educação – PROLIBRAS, ou Graduado/pós-graduado em curso de Tradutor/Intérprete em Língua Brasileira de Sinais, para atuação em instituições de ensino fundamental e médio e em eventos;
Pelas características das atividades a serem desenvolvidas os candidatos a GUIA INTÉRPRETES devem apresentar o seguinte perfil:
Profissional ouvinte, de nível superior ou médio, com competência e fluência em LIBRAS para realizar a interpretação das duas línguas, de maneira simultânea e consecutiva, com aprovação em exame de proficiência, promovido pelo Ministério da Educação – PROLIBRAS, ou graduado/pós-graduado em curso de
Tradutor/Intérprete em Língua Brasileira de Sinais, e curso de guia interpretação promovido por instituições credenciadas por Secretarias de Educação para atuação em instituições de ensino fundamental, médio e eventos;
FUNÇÃO Período Valor
Intérprete educacional Hora diurna R$ 18,00
Hora noturna R$ 22,25
Guia intérprete educacional Hora diurna R$ 26,66
Hora noturna R$ 32,35
Intérprete de Eventos Hora diurna R$ 57,72
Hora noturna R$ 59,90
Guia Intérprete de Eventos Hora diurna R$ 58,34
Hora noturna R$ 61,59

As inscrições serão realizadas nos dias 15 e 16 de abril de 2013, das 9h às 12h e das 13 às 17h, na Diretoria de Orientação Técnica – Educação Especial da Secretaria Municipal de Educação, sito à Rua Doutor Diogo de Faria, 1.247, 2º andar, sala 311, Vila Clementino, São Paulo-SP.
No momento da inscrição o candidato deverá fazer uma ou mais opções de Diretorias Regionais de Educação e/ou SME/DOT, em que tenha interesse em atuar como intérprete e/ ou guia intérprete, educacional e/ ou de eventos.
Para inscrição o candidato deverá preencher os formulários, apresentar documentos de conclusão dos cursos que comprovem as certificações necessárias para atuação na função escolhida, declaração de que não é funcionário público e cópia do RG ou CNH.
Att.

Mônica Conforto
Assistente Técnico Educacional
SME/DOT-Educação Especial
mconforto@prefeitura.sp.gov.br
3396-0775/3396-0654

quinta-feira, 21 de março de 2013

Apostilas de Libras para download


Segue alguns links de apostilas e estudos disponibilizados na internet. Espero que gostem, bons estudos.





APOSTILA DE LIBRAS NÍVEL BÁSICO - NEPES/SC
CURSO INTERMEDIÁRIO DE LIBRAS - NEPES/SC
CURSO BÁSICO DE LIBRAS - SURDO.ORG
ASPECTOS LINGUÍSTICOS DA LIBRAS/PR
LIBRAS EM CONTEXTO - 2007- MEC

INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NO MERCADO DE TRABALHO - MARINA DOMINGOS
INTRODUÇÃO À GRAMÁTICA DE LIBRAS - INES/RJ
APOSTILA DE LIBRAS BÁSICO 1 - INTÉRPRETE HÉLIO FONSECA
APOSTILA DE LIBRAS BÁSICO 2 - INTÉRPRETE HÉLIO FONSECA
APOSTILA DE LIBRAS BÁSICO 3- INTÉRPRETE HÉLIO FONSECA
APOSTILA DE LIBRAS BÁSICO 4- INTÉRPRETE HÉLIO FONSECA
APOSTILA DE LIBRAS BÁSICO 5- INTÉRPRETE HÉLIO FONSECA
APOSTILA DE LIBRAS - COMUNICAR PIB CURITIBA- MÓDULO 1
APOSTILA DE LIBRAS - COMUNICAR PIB CURITIBA- MÓDULO 2
APOSTILA "O QUE TODO PEDAGOGO PRECISA SABER SOBRE LIBRAS"
APOSTILA "ESCRITA DE SINAIS SEM MISTÉRIO"

JOGOS E BRINCADEIRAS PARA CURSOS DE LIBRAS - PR
APOSTILA GUIA DE ESTUDO DE LIBRAS
APOSTILA COMO ESCREVER EM SIGN WRITING
Libras em estudo: ensino-aprendizagem
Língua Brasileira de Sinais II: Letras Libras
Língua Brasileira de Sinais I: Letras Libras
Curso de Libras -UFSJ
O tradutor intérprete de língua de sinais e língua portuguesa
Língua Portuguesa e LIBRAS - UFPB
Questões teóricas da pesquisas em línguas de sinais
Língua Brasileira de Sinais I : UFSC
Primeiro Dicionário de Libras do Brasil - Flausino
Entre a visibilidade da tradução da língua de sinais e a invisivilidade da tarefa do intérprete
Aprender a Ver
Despertar do Silêncio
Os papéis do Intérprete na sala de aula inclusiva
Ajudando seu filho a aprender

Como contratar um intérprete de Libras?



Para contratar um intérprete de Libras o mais importante é a qualificação, contrate apenas profissionais que sejam graduados ou pós-graduados em libras e/ou possuam certificados do Prolibras/MEC, é essencial a experiência no mercado de trabalho.

O valor do serviços de interpretação deverá ser acordados entre as partes, levando em consideração a modalidade e o nível do evento. Deverá ser pago aos Contratados a quantia mínima de duas horas de trabalho mesmo que todo o evento tenha uma duração menor.

Entregar com antecedência o material escrito, referente ao assunto que será tratado pelos conferencistas do evento para que o intérprete possa tomar conhecimento, estudar e familiarizarem-se com o assunto a ser interpretado, tornando a tradução de melhor qualidade.

Deverá ser realizada a reserva de um espaço/local adequado (bem iluminado e sem poluição visual e auditiva) para o posicionamento dos intérpretes, a fim de que não haja comprometimento na qualidade do serviço.  Quando da necessidade no evento de se apagarem as luzes, o Tradutor/Intérprete deverá continuar com foco de luz sobre ele.

Caso haja necessidade de prestar atendimento a pessoas surdo-cegas, deverá ser contratado guias-intérpretes.

Para grandes eventos que tenham a duração superior a duas horas, faz-se necessário a contratação de dois profissionais para que ocorra o revezamento de 20 em 20 minutos, para que haja repouso adequado evitando estafa mental. O valor a ser pago pela contratação deverá contemplar o horário integral para cada intérprete.

Solicite seu orçamento por e-mail marina_daiane@yahoo.com.br

Informar o tipo do serviço: Video, palestra, curso etc
Qual o dia, horário e período que deseja o serviço
Se é video a duração e quantidade de videos
Obs: Moro em São Paulo.

quarta-feira, 13 de março de 2013

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Meu artigo científico publicado no III Encontro Nacional de Engenharia de Produção: Inclusão de Portadores de Deficiência na Força de Trabalho: Cidadania e Oportunidade


Resumo:



 
O objetivo deste estudo foi ressaltar a importância da inserção de PPDs, com deficiência auditiva, física ou visual no mercado de trabalho formal. O questionamento que orientou a pesquisa foi: Quais as principais barreiras que as empresas eencontram para incluir em seu quadro de pessoal PPDs e quais as principais barreiras enfrentadas por eles para conquistar uma oportunidade de trabalho? Os resultados apontaram uma evolução em relação à situação anterior, tanto do lado das empresas quanto destes profissionais. Foi analisado o caso da Serasa S/A, pioneira e referência na questão da empregabilidade das PDDs, no qual pode ser observado o tipo de tratamento dispensado a eles. Um survey aplicado junto a uma amostra de profissionais revelou suas expectativas e uma visão da situação fornecendo bons insights para novas pesquisas. Confrontando a literatura e os resultados, pode-se observar que a evolução recente se deu devido à mudança dos conceitos sobre essas pessoas, que podem ser detectadas a partir da criação de ONG’s e de suas parcerias com empresas privadas. Hoje já se pode afirmar que estes novos profissionais conquistaram um espaço na sociedade e são tratados com dignidade e respeito. Com isso, pode-se esperar o desenvolvimento de uma sociedade mais inclusiva e, portanto, mais justa.

Elaborado por:
Marina Daiane Domingos marina_daiane@yahoo.com.br
Sérgio Luiz do Amaral Moretti moretti@uninove.br
Luciana Helena Crnkovic crnkovic20@yahoo.com.br
Silvia dos Santos Silva lekasil_1@hotmail.com
.